Talvez eu não tenha te amado Com tanta frequência quanto poderia Talvez eu não tenha te tratado Tão bem quanto deveria E se eu fiz você se sentir a segunda melhor Garota, desculpa, eu estava mentindo Você sempre estava em meus pensamentos Você sempre estava em meus pensamentos E talvez eu não te abracei Todos aqueles momentos solitários E eu acho que nunca te disse Que sou muito feliz por você ser minha Pequenas coisas que eu deveria ter dito e feito Eu simplesmente nunca me dei ao trabalho Você sempre estava em meus pensamentos Você sempre estava em meus pensamentos Diga-me, Diga-me que seu doce amor não morreu Me dê Me dê mais uma chance De te manter satisfeita Eu te manterei satisfeita Pequenas coisas Que eu deveria ter dito e feito Eu simplesmente nunca me dei o trabalho Você sempre estava em meus pensamentos Você sempre estava em meus pensamentos
Entranhas apertadas ao som de um sax percorro espaços imaginários desejando o momento sonhado Sinto um eco no imenso vazio busco o fio da meada que obscurecido se encontra no voar dos véus de um tempo remoto que tento descobrir, mas que flutua ao som de um sax. Eu sinto e tento alcançar, mas é tudo tão físico como a melodia em notas escritas entoando... ao som de um sax. O completo se esconde no etéreo posso sentir mas não alcançar, o físico impede a sublimação, mesmo ao som de um sax. Instrumento que me eleva ao entoar a perfeita melodia desprendo-me da matéria e flutuo ao som de um sax.
"A animação que você vê acima foi inspirada no conto "De outro mundo" da série "Causos de João Furtuoso", criada por Diocléio Lopes para Zero Hora. Publicados ao longo da Semana Farroupilha, os causos são uma homenagem às pessoas e tradições do Rio Grande do Sul.
O curta foi realizado em cerca de um mês, com a participação do ilustrador Godinho, que fez a adaptação do roteiro e ilustração, do editor de Arte online, Marcos Borges, e do ilustrador Guilherme Gonçalves, que ficaram responsáveis pela animação. A trilhae efietos de áudio foi feita pelo compositor da RBS TV Jean Presser"
Animação originalmente publicada no site do jornal Zero Hora, de Porto Alegre. Parabéns equipe da Zero Hora!
Fonte do video e do conto: http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/regionalismo/19,0,2658800,Contos-Gauchescos-De-outro-mundo.html
Não entendo os silêncios que tu fazes nem aquilo que espreitas só comigo Se escondes a imagem e a palavra e adivinhas aquilo que não digo Se te calas eu oiço e eu invento Se tu foges eu sei não te persigo Estendo-te as mãos dou-te a minha alma e continuo a querer ficar contigo.
Maria Teresa Horta
Meu protesto pela presença de Ahmadinejad no Brasil
Não posso adiar o amor para outro século não posso ainda que o grito sufoque na garganta ainda que o ódio estale e crepite e arda sob as montanhas cinzentas e montanhas cinzentas
Não posso adiar este braço que é uma arma de dois gumes amor e ódio
Não posso adiar ainda que a noite pese séculos sobre as costas e a aurora indecisa demore não posso adiar para outro século a minha vida nem o meu amor nem o meu grito de libertação