segunda-feira, 23 de setembro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Dia de Gata...
"Eu escrevo
ele descreve
piruetas
...
E quando encontro a rima
Lá vem o danado
em cima do meu teclado
Insistiu tanto o bichano
que conseguiu o que queria:
ser minha própria poesia! "
Luisa Aparecida Mendonça
sábado, 14 de setembro de 2013
A Brisa Morna...
"A bris
a morna
Traz de outro clima os cheiros provocantes.
...
desafia as asas .
Voam os passarinhos
e os amantes."
e os amantes."
Castro Alves
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Saudade Boa...
... Cidades pequenas
são velhas janelas em velhas varandas
pintadas de verde pra sempre esperar
cidades pequenas
são moças donzelas na missa matinal
coradas de rouge pra se enfeitar
cidades pequenas
são bancos de praça só pra namorar
esquecidos no tempo que custa passar
cidades pequenas
são velhas retretas no velho coreto
são fotografias que vão amarelar
cidades pequenas
são noites de estrelas e luar
são belas lembranças que ouso sonhar."
Rangel Castilho
são velhas janelas em velhas varandas
pintadas de verde pra sempre esperar
cidades pequenas
são moças donzelas na missa matinal
coradas de rouge pra se enfeitar
cidades pequenas
são bancos de praça só pra namorar
esquecidos no tempo que custa passar
cidades pequenas
são velhas retretas no velho coreto
são fotografias que vão amarelar
cidades pequenas
são noites de estrelas e luar
são belas lembranças que ouso sonhar."
Rangel Castilho
domingo, 1 de setembro de 2013
Está Faltando...
"Está faltando só um pedacinho de noite
pra me fazer chorar.
Quando ela entrar com seu passo manso
e mudo,
libero a lágrima, reconsidero tudo:
vou te buscar."
Flora Figueredo
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Voa Coração...
Que a minha força te conduz
Que o sol de um novo amor
Em breve vai brilhar
Vara a escuridão
Vai onde a noite esconde a luz
Clareia seu caminho e acende seu olhar
Vai onde a aurora mora
E acorda um lindo dia
Colhe a mais bela flor
Que alguém já viu nascer
E não se esqueça de trazer força e magia
O sonho, a fantasia
E a alegria de viverVoa coração
Que ele não deve demorar
E tanta coisa mais quero lhe oferecer
O brilho da paixão
Pede a uma estrela pra emprestar
E traga junto a fé
Num novo amanhecer
Convida as luas cheia, minguante e crescente
De onde se planta a paz
Da paz quero a raiz
E uma casinha lá onde mora o sol poente
Pra finalmente a gente simplesmente
Ser feliz ."
Que o sol de um novo amor
Em breve vai brilhar
Vara a escuridão
Vai onde a noite esconde a luz
Clareia seu caminho e acende seu olhar
Vai onde a aurora mora
E acorda um lindo dia
Colhe a mais bela flor
Que alguém já viu nascer
E não se esqueça de trazer força e magia
O sonho, a fantasia
E a alegria de viverVoa coração
Que ele não deve demorar
E tanta coisa mais quero lhe oferecer
O brilho da paixão
Pede a uma estrela pra emprestar
E traga junto a fé
Num novo amanhecer
Convida as luas cheia, minguante e crescente
De onde se planta a paz
Da paz quero a raiz
E uma casinha lá onde mora o sol poente
Pra finalmente a gente simplesmente
Ser feliz ."
Toquinho
terça-feira, 20 de agosto de 2013
domingo, 18 de agosto de 2013
Querência Amada - Teixeirinha -
Quem quiser saber quem sou
Olha para o céu azul
E grita junto comigo
Viva o Rio Grande do Sul
O lenço me identifica
Qual a minha procedência
Da província de São Pedro
Padroeiro da querência
Olha para o céu azul
E grita junto comigo
Viva o Rio Grande do Sul
O lenço me identifica
Qual a minha procedência
Da província de São Pedro
Padroeiro da querência
Oh, meu Rio Grande
De encantos mil
Disposto a tudo
Pelo Brasil
Querência amada dos parreirais
Da uva vem o vinho
Do povo vem o carinho
Bondade nunca é demais
De encantos mil
Disposto a tudo
Pelo Brasil
Querência amada dos parreirais
Da uva vem o vinho
Do povo vem o carinho
Bondade nunca é demais
Berço de Flores da Cunha
E de Borges de Medeiros
Terra de Getúlio Vargas
Presidente brasileiro
Eu sou da mesma vertente
Que Deus saúde me mande
Que eu possa ver muitos anos
O céu azul do Rio Grande
E de Borges de Medeiros
Terra de Getúlio Vargas
Presidente brasileiro
Eu sou da mesma vertente
Que Deus saúde me mande
Que eu possa ver muitos anos
O céu azul do Rio Grande
Te quero tanto
Torrão gaúcho
Morrer por ti me dou o luxo
Querência amada
Planície e serra
Dos braços que me puxa
Da linda mulher gaúcha
Beleza da minha terra
Torrão gaúcho
Morrer por ti me dou o luxo
Querência amada
Planície e serra
Dos braços que me puxa
Da linda mulher gaúcha
Beleza da minha terra
Meu coração é pequeno
Porque Deus me fez assim
O Rio Grande é bem maior
Mas cabe dentro de mim
Sou da geração mais nova
Poeta bem macho e guapo
Nas minhas veias escorre
O sangue herói de farrapo
Porque Deus me fez assim
O Rio Grande é bem maior
Mas cabe dentro de mim
Sou da geração mais nova
Poeta bem macho e guapo
Nas minhas veias escorre
O sangue herói de farrapo
Deus é gaúcho
Da espora e mango
Foi maragato ou foi chimango
Querência amada
Meu céu de anil
Este Rio Grande gigante
Mais uma estrela brilhante
Na bandeira do Brasil
Da espora e mango
Foi maragato ou foi chimango
Querência amada
Meu céu de anil
Este Rio Grande gigante
Mais uma estrela brilhante
Na bandeira do Brasil
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Quando...
"Quando as palavras se tornam pouco claras,
foco em fotografias.
Quando as imagens se tornam inadequadas,
contento-me com o silêncio."
Ansel Adams
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Os Caminhos...
" Os caminhos quando não trilhados
deixam de existir,
crescem trepadeiras,
espinheiros,
o regato muda o tom
e tudo tem ares de solidão.
não ...
não adiem o partir."
Daufen Bach
sábado, 10 de agosto de 2013
Canto Alegretense - Gaúcho da Fronteira -
Não me perguntes onde fica o
Alegrete
Segue o rumo do teu próprio coração
Cruzarás pela estrada algum ginete
E ouvirás toque de gaita e violão
Prá quem chega de Rosário ao fim da tarde
Ou quem vem de Uruguaiana de manhã
Tem o sol como uma brasa que ainda arde
Mergulhado no Rio Ibirapuitã
Ouve o canto gauchesco e brasileiro
Desta terra que eu amei desde guri
Flor de tuna, camoatim de mel campeiro
Pedra moura das quebradas do Inhanduy
E na hora derradeira que eu mereça
Ver o sol alegretense entardecer
Como os potros vou virar minha cabeça
Para os pagos no momento de morrer
E nos olhos vou levar o encantamento
Desta terra que eu amei com devoção
Cada verso que eu componho é um pagamento
De uma dívida de amor e gratidão
Segue o rumo do teu próprio coração
Cruzarás pela estrada algum ginete
E ouvirás toque de gaita e violão
Prá quem chega de Rosário ao fim da tarde
Ou quem vem de Uruguaiana de manhã
Tem o sol como uma brasa que ainda arde
Mergulhado no Rio Ibirapuitã
Ouve o canto gauchesco e brasileiro
Desta terra que eu amei desde guri
Flor de tuna, camoatim de mel campeiro
Pedra moura das quebradas do Inhanduy
E na hora derradeira que eu mereça
Ver o sol alegretense entardecer
Como os potros vou virar minha cabeça
Para os pagos no momento de morrer
E nos olhos vou levar o encantamento
Desta terra que eu amei com devoção
Cada verso que eu componho é um pagamento
De uma dívida de amor e gratidão
Neto fagundes
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Silenciar...
"Silenciar é tratar as palavras com delicadeza.
Em nosso mundo barulhento, o silêncio é uma forma de doçura.
Um carinho que fazemos aos outros para lhes dizer que,
apesar de tudo, mesmo sem nada dizer,
continuamos aqui."
Em nosso mundo barulhento, o silêncio é uma forma de doçura.
Um carinho que fazemos aos outros para lhes dizer que,
apesar de tudo, mesmo sem nada dizer,
continuamos aqui."
José Castelo
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Eu Sou do Sul - Ivonir Machado
Eu sou do sul, sou do sul
É só olhar pra ver que eu sou do sul,
A minha terra tem um céu azul,
É só olhar e ver
Eu sou do sul
É só olhar pra ver que eu sou do sul
A minha terra tem um céu azul
É só olhar e ver
Eu sou do sul
É só olhar pra ver que eu sou do sul
A minha terra tem um céu azul
É só olhar e ver
Nascido entre a poesia e o arado
A gente lida com gado e cuida da plantação
A minha gente que veio da guerra
Cuida dessa terra
Como quem cuida do coração
Eu sou do sul
É só olhar pra ver que eu sou do sul
A minha terra tem um céu azul
É só olhar e ver
Você, que não conhece meu estado
Está convidado a ser feliz neste lugar
A serra te dá o vinho
O litoral te dá carinho
E o guaíba te dá um pôr do sol lá na capital
Eu sou do sul
É só olhar pra ver que eu sou do sul
A minha terra tem um céu azul
É só olhar e ver
Na fronteira los hermanos
É prenda cavalo e canha
Viver lá na campanha é bom demais
Que o santo missioneiro
Te acompanhe companheiro
E se puder venha lavar a alma no rio uruguai
Eu sou do sul
É só olhar pra ver que eu sou do sul
A minha terra tem um céu azul
É só olhar e ver
Eu sou do sul
É só olhar pra ver que eu sou do sul
A minha terra tem um céu azul
É só olhar e ver
Eu sou do sul
Ivonir Machado
domingo, 4 de agosto de 2013
Que a Vida Ensine...
"Que a vida ensine que tão
ou mais difícil do que ter razão, é saber tê-la.
Que o abraço abrace.
Que o perdão perdoe.
Que tudo vire verbo e verbe.
...
Verde. Como a esperança.
Pois, do jeito que o mundo vai,
dá vontade de apagar e começar tudo de novo..."
Artur da Távola
ou mais difícil do que ter razão, é saber tê-la.
Que o abraço abrace.
Que o perdão perdoe.
Que tudo vire verbo e verbe.
...
Verde. Como a esperança.
Pois, do jeito que o mundo vai,
dá vontade de apagar e começar tudo de novo..."
Artur da Távola
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Tordilho Negro - Os Serranos -
Correu notícias que um gaúcho
Lá da estância do paredão
Tinha um cavalo tordilho negro
Foi mal domado ficou redomão
Este gaúcho dono do pingo
Desafiava qualquer peão
Dava o tordilho negro de presente
Prá quem montasse sem cair no chão
Eu fui criado na lida de campo
Não acredito em assombração
Fui na estância topar o desafio
Correu boato na população
Era um domingo clareava o dia
Puxei o pingo e o povo reuniu
Joguei os trastes no lombo do taura
Murchou a orelha teve um arrepiu
Botei a ponta da bota no estribo
Algun gaiato por perto sorriu
Ainda disseram comigo eram oito
Que boleou a perna montou e caiu
Saltei do lombo e gritei pro povo
Este será o último desafio
Tordilho negro berrava na espora
Por vinte horas ninguém mais nos viu
Mais de uma légua o pingo corcoviou
Manchou de sangue a espora prateada
Anoiteceu o povo pelo campo
Procurando um morto pela invernada
Compraram vela fizeram um caixão
A minha alma estava encomendada
A meia noite mais de mil pessoas
Deixaram da busca desacorçoadas
Daqui a pouco ouviram um tropel
Olharam o campo noite enluarada
Eu vinha vindo no tordilho negro
Feliz saboreando uma marcha troteada
Boleei a perna na frente do povo
Deixei as rédeas arrastar no capim
Banhado em suor o tordilho negro
Ficou pastando ao redor de mim
Tinha uma prenda no meio do povo
Muito gaúcha eu falei assim
Venha provar a marcha do tordilho
Faça o favor monte no selim
Andou no pingo mais de meia hora
Deu-me uma rosa lá do seu jardim
Levei prá casa o meu tordilho negro
Mais uma história que chega no fim.
Teixeirinha
quarta-feira, 31 de julho de 2013
segunda-feira, 29 de julho de 2013
quinta-feira, 25 de julho de 2013
terça-feira, 23 de julho de 2013
Desassossegos - Osvaldir e Carlos Magrão
Hoje inicio uma série de postagens com músicas tradicionalistas.
Músicas da Minha Terra...
Meus desassossegos sentam na varanda,
Pra matear saudades nesta solidão,
Cada por de sol, dói feito uma brasa,
Queimando lembranças, no meu coração.
Vem a noite aos poucos, alumiar o rancho,
Com estrelas frias, que se vão depois.
Nada é mais triste, neste mundo louco,
Que matear com a ausência, de quem já se foi.
Que desgosto o mate, cevado de mágoas,
Pra quem não se basta, pra viver tão só.
A insônia no catre, vara a madrugada,
Neste fim de mundo, que nem Deus tem dó.
Meus desassossegos sentam na varanda,
Pra matear saudades nesta solidão,
Cada por de sol, dói feito uma brasa,
Queimando lembranças, no meu coração.
Então me pergunto neste desatino,
Se este é meu destino, ou Deus se enganou?
Todo desencanto para um só campeiro,
Que de tanto amor se desconsolou.
Meus desassossegos sentam na varanda,
Pra matear saudades nesta solidão,
Cada por de sol, dói feito uma brasa,
Queimando lembranças, no meu coração.
Vem a noite aos poucos, alumiar o rancho,
Com estrelas frias, que se vão depois.
Nada é mais triste, neste mundo louco,
Que matear com a ausência, de quem já se foi.
Que desgosto o mate, cevado de mágoas,
Pra quem não se basta, pra viver tão só.
A insônia no catre, vara a madrugada,
Neste fim de mundo, que nem Deus tem dó.
Meus desassossegos sentam na varanda,
Pra matear saudades nesta solidão,
Cada por de sol, dói feito uma brasa,
Queimando lembranças, no meu coração.
Então me pergunto neste desatino,
Se este é meu destino, ou Deus se enganou?
Todo desencanto para um só campeiro,
Que de tanto amor se desconsolou.
domingo, 21 de julho de 2013
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