VISITANTES

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Flying Duck Orchid



O Pato Voador Orquídea é uma flor bastante incomum procurando. Parece um pato pequeno marrom e azul com as asas estendidas. Seu nome em latim é Caleana principais.



Esta flor é encontrada em todos os estados australianos, exceto para o Território do Norte. Goza de solos arenosos a melhor, e é encontrado em florestas e charnecas, especialmente. Floresce na primavera e verão. A flor da orquídea é realmente de cabeça para baixo, tendo o labelo, que geralmente é na parte inferior, na parte superior, e semelhante a uma cabeça de pato.


Todas as flores estão em uma haste longa que vem a partir do meio da flor que pode ser de até meio metro de altura. As folhas das orquídeas são longas e estreitas, muito parecido com gramíneas nativas.


Como acontece com muitas orquídeas nativas, o Pato Voador Orchid tem um gatilho que armadilhas insetos dentro dela. Quando um mosquito ou uma mosca vem para investigar a flor, a cabeça do pato, o labelo, oscilando para baixo e empurra o bug no corpo do pato, que é na verdade uma bolsa vazia. Uma vez dentro, o inseto fica revestido de pólen. A flor tem o prisioneiro voar por cerca de 20 minutos e depois deixá-lo ir. Em seguida, o inseto voa para longe e encontra uma outra flor para colocar o pólen.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Amsterdam à Noite

Presente do Andrade

video

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Cansado de Sofrer de Mal de Amor



Cansado de sofrer do mal de amor
procurei proteger meu coração,
e comecei a grande construção
da minha fortaleza interior.

Fiz vigas de concreto contra dor,
revesti as paredes de razão,
portas, janelas, piso, elevador,
tudo impermeável à emoção.

Como não tem no mundo quem não falhe,
esqueci, entretanto de um detalhe,
e meu trabalho não ficou completo.

Meu coração, em paz, adormecido
acordou, de repente, com um ruído:
Era a saudade entrando pelo teto.


Ronaldo Cunha Lima

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Jardins do Japão

Presente do Andrade

video

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Tempo De Chuva



Há longo tempo ouço cantar a chuva,
por muitos dias e por muitas noite:
qual se pairasse a murmurar sonhando
envolta em som eternamente igual.

Igual me soava outrora em longes terras
dos chinos a música deslizante:
como um cantar de grilo, intenso e fino,
mas tão prenhe de encanto a cada instante.

Murmúrio de chuva, cantar de chinos,
som de cascata, marulho de mar
- que força é esta com que me atrai sempre
vossa magia pelo mundo afora?

Tendes por alma o som imperecível
que não conhece tempo nem mudança,
cuja pátria evadimos no passado
e o coração nos queima na lembrança.


Hermann Hesse

domingo, 4 de setembro de 2011